sexta-feira, 29 de julho de 2011

Ferida Eterna

Ele está feliz e será feliz eternamente. E ela, pobre garota iludida-apaixonada sempre terá o olhar triste e a ferida aberta. Porque afinal é o que ela merece depois de todo o sacrifício feito... É a ironia da vida.

Então ela perdeu meses se enganando e vivendo a vida errada, escalando uma montanha sem fim.
Uma corrida muito disputada, porém sem linha de chegada.
Uma luta onde o único mérito foram as feridas, o medo, a angustia, a decepção. Da qual o único vencedor foi a gratificação da vitória e a vontade ao dobro de viver.

domingo, 17 de julho de 2011

A Patifaria do Deleite II


- Pensei em você hoje. - As palavras de Mapril combinadas com sua meio rouca voz a seduzia profundamente. Ele olhava com firmeza para os olhos de Alyssa.
A cada vez que ele se aproximava de seu corpo, ela tremia. Toda vez que ele a tocava, se tornada impotente. E naquele momento, ali ela estava certa que tinha encontrado sua fonte de volúpia.

Havia uma pureza nela que Mapril não via. Alyssa aos seus olhos era apenas lábios belos e peitos grandes.
Logo depois do pico do seu próprio deleite, as noites de breu se faziam noites brancas com a chegada de sua plenitude, apesar de pura. 

Ele deitou seu meio corpo sobre o de Alyssa, fechou os olhos e fungou profundamente, se entorpecendo com seu cheiro. Deslizou a ponta dos dedos por seus ombros, e aos poucos ela foi adormecendo. Sempre adormecia como uma legião plácida.

E que venha o devaneio

Ela abriu os olhos e olhou para a janela.  Viu que o sol tinha brotado, então sabia que ele não estava mais lá. De alguma forma ela não se importava. Sentia grande desejo por Mapril, era apenas. Sua mente racional não a deixara apaixonar-se por aquele que não estava presente nas manhãs.

Maybe se sentisse usada às vezes. Porém ela era à altas cordilheiras, e não se deixava enfraquecer.  A verdade, é que ela apreciava. Sabia que até então, Mapril não iria a lugar algum.

Continua...

sexta-feira, 15 de julho de 2011

A Patifaria do Deleite I

Ela nunca foi muito apreciada pelas pessoas em sua volta, não era corajosa, e muito menos confiante. Ainda não se sabe exatamente o que acontecia com Alyssa, a única coisa que se sabe, é que ela definitivamente não era promíscua. Mesmo sem ter o mínimo de experiência que fosse, tinha um grande interesse por sexo. Não foda, era sexo. 


Passava horas dos seus dias pensando no desconhecido sexo e qualquer minuto livre era pra pensar em sexo, porém é importante ressaltar que era coisa à inocência. Cada adeus do sol aflorava mais ainda seus interesses nunca ainda praticados, e suas noites eram dedicadas a doces sonhos sexuais, doce como seu mel.


Por eventualidades, certo dia ela foi pega por uma armadilha do destino, conheceu o grande empecilho que foi responsável pelo início e decorrer de seu sofrimento. Másculo sem grande beleza física, porém altamente cativante de uma forma que apenas Alyssa conseguia sentir. Mapril era o típico cafajeste, caçador de presas fracas, dominador de mentes inocentes. 

"O segredo da oportunidade de ter experiências, é a coragem de arriscar". Alyssia apesar da sua falta de coragem era absurdamente curiosa. Com o tempo aprendeu a colocar sua covardia em pós, só assim teria a satisfação de sua curiosidade.

 
Continua...

quinta-feira, 14 de julho de 2011

O porque da minha admiração pelo MC K-9


Bom, pense na sua banda ou cantor favorito. Porque você o admira? Provavelmente é porque ocorre uma identificação da sua pessoa com o trabalho dele. Isso pode se dá por vários motivos. E é exatamente isso o que acontece entre eu e o K-9.

Vamos pegar um trecho de uma de suas músicas e fazer uma pequena análise:
“Pára com esse caô de falar pra geral que eu to deprimido, falar que tu é minha vida, e minha vida sem você não faz mais sentido. Fala que eu to maluco, e já tentei até me suicidar. Mais o que você não sabe é que suas amigas vem me consolar. Então pára com esse caô, mulher por favor. Vê se tu não se engana, o que você provou, elas também provavam uma vez por semana. Agora eu já to ligado, tá tudo acabado, e é bola pra frente. Contigo eu comia escondido, agora como quem eu quiser na tua frente.”

Não sei se vocês conseguiram interpretar da mesma forma que eu. É bem simples. Nessa letra ele descreve pra ex-namorada seu sentimento de frustração por ela ter espalhado rumores falsos sobre ele. E logo depois, ele como um homem de caráter e sincero faz a confissão de que tinha relações sexuais com outras mulheres, inclusive com suas amigas.
A percepção é fácil: Tudo na base da sinceridade.

Eu como racional de natureza, sinto que tenho uma identificação com o trabalho dele, como eu tinha dito antes. Pois ele simplesmente fala a realidade do que passa na mente masculina. Ou seja, é tudo questão dos critérios que você utiliza. O meu critério é a sinceridade clara.

No caso dele, ele está falando em nome de um grande grupo de homens, não todos. Eu entendo isso.
Seguindo esse raciocínio... Do outro lado, toda arte também se manifesta falando em nome de um grupo limitado, não fala em nome de todas as pessoas que existem, pois não existe semelhança absoluta. 
Por exemplo, pega aquela música daquele cantor que você gosta, e que fala sobre amor. Não significa que todos os homens sejam românticos. 

 A forma que eu vejo suas letras é totalmente diferente da forma que praticamente todos os fãs vêem. Eu como odiadora de batidinhas de funk moderno, não ouço, apenas leio as letras e analiso as entrelinhas. Ele não fala putaria, fala a realidade.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Apresentação

Eu não sou dona da verdade, eu apenas acho que eu sou.
A verdade é relativa, não existe verdade absoluta.
Essa verdade é minha, então eu faço dela o que eu quiser.